sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Apenas bobagens.

Queria uma música, feita pra mim. Pena que eu não mereça já que não sou incrível.
Mas confesso que realmente adoraria que o próximo da fila fosse do tipo "Thiago Pedalino", para quem sabe, pelo menos uma música eu ganhar.
Bom, mas já que isso não acontece, me conformo com Victoria de John Mayer. :D

"Movimento Cosmopolis"

Queria ter voz, atitude.
Queria ter coragem.
Queria aproveitar a globalização e juntar o mundo todo, numa coisa só, sem fronteiras, sem ideologias, apenas paz.
Queria fazer todos entenderem que somos todos humanos, sem varições na espécie.
Oh, para que tantas bobagens e picuinhas?

Queria desfazer essa "Babel" que sofre com a maldita pós-modernidade.

Unlove.

As lágrimas escorreram.
Mas não é pelo fato de você ter sido um canalha.
E sim pelo fato de eu ter me permitido envolver com quem eu sabia que era um canalha.
Maria-ninguém não.
Maria-tola.

.look.what.u've.done.

Maria-ninguém.


Você sabe que há feridas no fundo, no fundo do seu eu.
Você sabe, no fundo, mas disfarça.
Hipócrita, você finge que aquilo não existe.
Você sorri, mesmo afim de chorar.
Você interpreta a felicidade inexistente.
Você é uma atriz da vida, uma falsa-feliz, que esconde a Maria-ninguém.
E você sabe isso, no fundo , no fundo.
Mas você não age.
E quando sua consciência lhe bate na face, você chora.
Se desespera.
Daí você acaba com os planos do disfarce.
Daí todos vêem que você é mesmo uma Maria-ninguém.

O Maravilhoso.


Você nunca percebera.
A novidade é que nada mudou, apenas você.
Agora percebe e enxergas o que antes suas neblinas oculares viam desfocado e cinza.
Agora é colorido, cheio de vida, alegria, pessoas.
Bem vindo.
Este é o mundo ao seu redor. Sim. Ainda é aquele cujo tu recusaras.
O mundo não mudou.
É o mesmo maravilhoso de sempre.
O que mudou foi a sua visão do mundo.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Indignação - Hugo Oliveira.

É o que se deve conquistar
À medida que o desespero pela busca
se debruça sobre a preguiça.
A desistência da desistência
É o caminho mais viável;
Levante-se de uma vez do luxo que não te pertence;
Vá atrás da sua independência
Sem desculpas.
Com vontade.
O tempo passou, porém é infinito
Não há o que recuperar, mas o que reconquistar.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Hoje joguei lixo no chão, em via pública.
Me senti tão mal, aliás, péssima.
Eu nunca jogo lixo no chão, desde pequena que eu não fizera isso.

Ah, engraçado: o mundo é um grande lixo.

Mesmo assim, me senti mal.
(eu e meus posts, eu e as minhas contradições.)
O que não me mata
Eu transformo em poesia
/Náusea - Lestics