domingo, 28 de dezembro de 2008

É fato.

Depois do post abaixo, com certeza, este blog ficou (more) deplorável. ;x

sábado, 27 de dezembro de 2008

Vou vender tudo, tudo mesmo;
se for preciso a alma.
Porque preciso do que não me deram de presente de natal. :~
Tudo é provisório, inclusive nós. ;D

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Olhando para o céu, eu fiz uma promessa.

Alguns dias na capital federal me fizeram valorizar a roça asfaltadada onde eu nascera.
Alguns dias de recuperação em Geograifa me fizeram valorizar os anos passados em que eu não ficara indo na escola em dezembro.
Alguns dias morando com a dona-onça me fizeram valorizar os dias que eu passara em casas alheias.
Alguns dias vestindo 42 me fizeram valorizar os antigos modelitos 34 que eu vestira.
Alguns dias pensando em doimileoito me fizeram arrepender de tantas atitudes.
Algumas horas de viajando sozinha, me fizeram perceber que não importa onde eu estiver: sempre haverá um céu.
Algumas decisões tomadas e uma metáfora encaixada me fizeram ter mais uma certeza: o céu é o limite.

sábado, 6 de dezembro de 2008

As coisas acontecem e mudam os aspectos tão rápido na minha vida que nem dá tempo de ter esperança.

Cadê o 'Sol' ?

I'm only happy in the sun. - também.

D.C.D.

Determinei e hoje estou fechando o ciclo de desgraças da minha vida.
Poise, dizem mesmo que td é psicológico, então testarei este novo placebo: pensamento positivo.

Encerrarei este post com uma das músicas queridinhas pra mim: Times Like These, de Jack Johnson.


In times like these
In times like those
What will be will be
And so it goes
And it always goes on and on...
On and on it goes

And there has always been laughing, crying, birth, and dying
Boys and girls with hearts that take and give and break
And heal and grow and recreate and raise and nurture
But then hurt from time to time like these
And times like those
And what will be will be
And so it goes

And there will always be stop and go and fast and slow
Action,Reaction, sticks and stones and broken bones
Those for peace and those for war
And god bless these ones, not those ones
But these ones made times like these
And times like those
What will be will be
And so it goes
And it always goes on and on...
On and on it goes

But somehow I know it won't be the same
Somehow I know it will never be the same.

'Artista cria as coisas para se auto-agradar.'

É, creio que ngm vem aqui pra ler letras de música.

/não que eu seja artista. oO'

Pra cantar em frente ao espelho:

Dos nossos planos é que tenho mais saudade
Quando olhávamos juntas na mesma direção

/Legião Urbana - Adaptado.

Overkill - Colin Hay

I can't get to sleep
I think about the implications
Of diving in too deep
And possibly the complications

Especially at night
I worry over situations
I know I'll be alright
Perhaps it's just imagination

Day after day it reappears
Night after night my heartbeat shows the fear
Ghosts appear and fade away

Alone between the sheets
Only brings exasperation
It's time to walk the streets
Smell the desperation

At least there's pretty lights
And though there's little variation
It nullifies the night from overkill

Day after day it reappears
Night after night my heartbeat shows the fear
Ghosts appear and fade away
Come back another day

I can't get to sleep
I think about the implications
Of diving in too deep
And possibly the complications

Especially at night
I worry over situations
I know I'll be alright
It's just overkill

Day after day it reappears
Night after night my heartbeat shows the fear
Ghosts appear and fade away
Ghosts appear and fade away
Ghosts appear and fade away

- "Vão à merda".

Eu sou uma adolescente difícil: os familiares me rotulam.
Não há o porque rotular, sendo que isto é julgar.
Cada ser sabe e que vive e viveu, conhece os próprios traumas e dores e sabe as coisas do que é capaz.
Apenas porque água e óleo não se misturam não significa que eu não os quero bem. Apenas não os quero tão perto de mim.
Sou sozinha. Entendam!

Me mordi.

Em pensar que perdi tudo isso simplesmente por que deu vontade.

Imprimindo a folha da esperança.

E, para a surpresa das tradicionalidades, ela não é verde. Pelo contrário, é branca, com borrões de tinta de tonner em formato de caracteres de escrita ocidentais. Estes caracteres, por sua vez, significam 'dieta do leite' e o seu 'manual de instruções'.
E há esperança nisso tudo, porque é se 'colocando a minha bunda no lugar' que 'ganharei o mundo'.
Sim, já que as outras tentativas foram em vão.

Pontos fracos.

Quem cá lê conhece os meus. ;~

Ansiedade.

Eu não sei se roo as unhas, se digito desabafos, se mastigo calorias, se balanço a perna esquerda, se me balanço pra frente e pra trás, se tomo um calmante, se tomo muitos calmantes de uma só vez.

/T.O.C.

Já não há mais forças.

Todos o problemas do mundo, debruçam em cima de mim. Em cima do meu cadáver - vivo.

Lar, doce lar.

Existir de vez em quando é uma atitude infeliz. Principalmente se tratando desta ultima semana.
O meu instinto preguiçoso reinou e eu não cumpri com o que deveria, o que resultou nisso: agora sou uma sem-teto.
Ainda não há nada confirmado, mas provavelmente, terei de sair da casa onde me acolheram.
Porém, não posso, não quero, voltar para o inferno onde vivi antes.
Então, sem rumo, caço loucamente uma ponte que não esteja alugada ou simplesmente ocupada.
Porque tenho certeza que não há mais com quem contar.
Enfim, não há mais a segunda chance. Eu a deixei voar para longe, onde eu não alcanço.
Apenas canso e choro, como uma completa idiota navegando em problemas.
Como posso pensar em ser feliz se não tenho ao menos um lar ?

Também queria que meus olhos tirassem fotos.

Incrivelmente eu juro que vi um beija flor parado, hoje, 'no meu fucinho'.
Pena, estava sem minha câmera.

Fazendo 'sala'.

Pra variar: fds ou começo de férias e família reunida.
Oh, coisa bonita!
Essa união que minha família tem - ou que diz ter.
Pois então, não vou poder ir para casa da minha pseudo-'irmã' nesse fds.
E eu não acharia isto chato se eu não tivesse apenas esta semana de férias. Na próxima começa o meu curso de fotografia õ/ e não vou poder viajar.
Mas ok, ok, família é família.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Falta tesão.

É por isso que não acordo, não há motivos.
Prefiro dormir.
Hibernar em comodismo.

Extremamente farta.

Ali, devorei uma 'tigela de açaí' (vício).
Novamente, como ando fazendo todos os dias.
Agora, estou cheia: de açaí e, principalmente, de compulsões.


/Acorda Ana, ACORDA! ;~

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Os que usam conhecidos como exemplo.

Cito as pessoas sutilmente e torço para que estas jamais se interessem por este blog.

/Posts envergonhadores.

Há um ano atrás seria censurável.

Engraçado, engraçadinho.
Há um novo conteúdo nos meus sonhos que há pouco tempo atrás seria vergonhoso.
Hoje, acredito que quem teria vergonha era o 'conteúdo'.
Ainda bem que não passam de sonhos, devaneios e pura imaginação.

Pesada a consiência.

Foi assim sempre: quando eu pedira ajuda ela me ajudara.
E agora, quando unicamente ela me pedira uma ajuda, eu disse que a ajudaria.
Porém, não estou conseguindo.
Me sinto mentirosa.

Sorte de hoje: Uma pessoa precisa de uma boa reputação para sobreviver.

O orkut me obrigando a acordar.

/sim, ando empolgada com a nova conta do orkut. Simplesmente porque desde o dia que criei até agora já tenho mais de cem 'amigos'. rsrs. E com a mesma política de sempre, só act conhecidos. O anterior levou dois anos pra ter 500. Espero que este leve mais uma semana. oO';

/ reclamo mas gosto de ser pop. HIPÓCRITA.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Sim, eu olho o mundo de cima para baixo.

A mania da massa: orkut.

Minha média de popularidade caiu depois que 'matei' minha antiga conta do orkut, o que me deixou contente.
Afinal, de que adianta tanta mosca ao seu redor, se ao final, você tem apenas uns dez bons amigos ?
Mas, um destes bons amigos ficara me lembrando de como é mais fácil me encontrarem quando tenho orkut.
E, eu não o faria novamente se minha analista não tivesse me aconselhado a fazer, para 'ajudar a sair da depressão'.
O que não suporto mesmo é a sociedade, sei lá, me sinto como a Brit em tempos difíceis. (é, ela é mais bonita e mais rica, mas é um ser humano.)
Mas fazer o que, né ?
Há pressão, há pressão.
Logo refiz.
E nao me tornei mais feliz por isso, até agora, não.
Simplesmente tirei cinco na prova de redação que valia cinco e meio;pela primeira vez na vida.
O conteúdo triste desta feliz notícia é que estava completamente fácil e todos os acéfalos existentes no mundo, conseguiriam tirar cinco e meio.
Como não sou um ser acéfalo, tirei cinco.
Mas isso não serviu 'levantador de moral'.
Mas ok, ok, como os porcos dizem: o que vale é a média final.

domingo, 30 de novembro de 2008

Mais uma desculpa para ser infeliz.

Não consegues acordar sem despertador.
Isso é comum.
Por isso tanto se reclama e tanto ganham os analistas, que por sua vez, fingem sorrisos.
Como um fruto da pós-modernidade 'baumânica', você se esconde.
Aproveita a normalidade como licença para a infelicidade.
Se não passas de uma merdinha, não tens motivos para continuar desfiando as fitas de seu amanhã.
Conseguir sorrir em meio ao caos, é virtude.
Infortúnio para você.

O que ganhaste então nesta tosca estrada?

Você vêm apenas existindo e fazendo merda da sua única chance de fazer vida.
Preferias sorrir, mas tem preguiça e desculpas para chorar.
Você descobre de vez que não passa de mais umazinha.
Só mais umazinha.
Tosca estrada é sua vida.
Lamente-se.
Acorde.
"O tempo passou, mas também é infinito."

Porque ?

O mundo te maltrata e você sente cada vez mais vontade de faze-lo tornar-se um lugar melhor.
E você nem ama as pessoas, ein?!

Errada, errante.

Meu negócio não é assistir tevê.
Ficar parado, vendo as pessoas vivendo, no fantástico, não é pra mim.
Ou eu vivo e apareço.
Ou não vivo, existo, como agora, entediada e questionando o sentido das ações e pensamentos.
É assim que faço minha vida.

Família.

Eu sei que ela quer me ver feliz.
Eu sei que ela não suporta meu sorrir.
Eu sei que ele não se importa.
Eu sei que ela me gosta porque represento glamour.
Eu sei que ele me gosta simplesmente por eu ser eu.
Eu sei que ela me quer por perto, porque não confia.
Eu sei que ele se importa.
É isso.
Mas porque se chama: "família" ?

/cada sujeito da terceira pessoa representa um ser diferente.

Quero que percebam que não sou de plástico.

Desde ontem, maquiei uma lágrima, como aquelas de palhaço, na bochecha.
Lavei o rosto, refiz a lágrima.
Não sei se é necessidade de chamar atenção.
Mas é que as pessoas são tão individualistas e nunca percebem que o outro, no contexto, eu, sofro.

Só porque escrevo sem abreviações ?

Não levo a vida "tão a sério", como dizem.
Aliás, nem levo a vida a sério.
Inclusive, tenho preguiça de viver.
Eu apenas existo.
Apenas.

Não gostam de mim.

As pessoas são hipócritas.
E me censuram pessoalmente por que abomino isso.
Mas, sinceramente...
enchem a boca pra dizer que "odeiam o aquecimento global" mas, quando ouvem a palavra "vegetarianismo", ou a frase "apague a luz", enchem a boca, ufanistas, dizendo que "faz parte do sistema, da cadeia alimentar, do natural", ou um "eu que pago a conta".
Lamento, mas quem paga a conta é o mundo.
E espero que você, leitor, não seja insensível o suficiente para negar a essência deste post.

Também sinto muito.

Que Pena, Santa Catarina.
Onde conheci o mar, ainda pequena, com emoção.
Sinto muito.
Não tanto quanto vocês, sei.
Mas já fui politicamente correta e mandei aquelas roupas que antes separara por não me servir.
Mas sei que roupas não curarão as erosões de sentimento que estão no peito de vocês, moradores do paraíso perdido.
E só de pensar que quis, tanto, ser um de vocês.
Mas Deus me fez goiana, por que me fez e sabe que não sou tão forte para suportar o qe vocês, agora, estão suportando.
E ainda há quem diga que estas catástrofes naturais não são repassadas do "Global Warming". Será ?
Não sei.
Mas "não chore, não chore, estado maravilhoso."
Não deixem surtar os moradores do antigo Éden, que pedem "socorro".
Não deixem.

Ta-hi.

É fato, fiz a minha parte durante toda a semana.
Mas desde sexta, pela TPM e pelo hábito, preferi usar desculpas apenas e nada da obrigação.
Preguiça ou cansaço ? Não sei responder.
Eu envergonho-me e confesso que não andei fazendo tudo o que posso para reverter as situações.
Mas quero, anseio mudança.
Prometo, sob forma deste post, que farei tudo para você, para mim.
A partir de já.

Reconstruindo a futiliade.

Recriei a minha conta do orkut.
Por que? - me pergunto.
rsrs.
Porque sou mais feliz quando sou fútil.
Não que eu queira aparecer, novamente,
apenas, voltar a ter contato com os "antigos" da minha vida.

/mentira.mentira.mentira.

tão.inocente.

Grew up in a small town
And when the rain would fall down
I'd just stare out my window
Dreaming of what could be
And if I'd end up happy
I would pray

Trying hard to reach out
But when I tried to speak out
Felt like no one could hear me
Wanted to belong here
But something felt so wrong here
So I'd pray
I could break away

I'll spread my wings and I'll learn how to fly.
I'll do what it takes till I touch the sky.
Make a wish, take a chance,
Make a change, and break away.
Out of the darkness and into the sun.
But I won't forget all the ones that I love.
I'll take a risk, take a chance,
Make a change, and break away

/Kelly Clarkson.

sábado, 29 de novembro de 2008

Eu tenho opnião.

Há alguns minutos, me peguei engolindo aquilo que me faz mal, refinado, em forma de sorbet.
Bem, eu tenho plena convicção de que não precisara disso.
Não preciso.
Menos é mais, ora!

/acordando a Anna que há 'inside me'. õ/

Adoraria conhecê-lo.

Ele estava sendo entrevistado, com muita simpatia, agorinha, no "Por trás da fama".
Ele me pareceu ser, além de cool, uma pessoa que tem atitudes gostosas; Sem trocadilhos.
Ele foi o engraçado Chicó e também o rebelde André.
Ele é um dos poucos grandes atores.
E agora é diretor, também.
Ele é Selton Mello.

/a.d.o.r.o! :D

A flor.

Ela era linda. Se protegia com um grande e belo chapéu de abas brancas e se vestia com o mais belo vestido verde de mangas pomposas que já existiu.
Era magnifica.
Então, encantada, eu a puxei. A tirei do jardim natural, quebrando o seu salto.
Eu a matei porque ela era bela.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Cólica, cólica e cólica.

Tôu pra morrer.
Argh!
Nem fiz nada, nem fiz ginástica, nem andei, nem sai pra fotografar, nem nada.
Que falta de tesão.
É por isso que estou postando tanto hoje.
Queria sair, estava planejado. Nem vou mais.
Este era pra ser um ótimo fim de semana, sem aula, sem açúcar, com afeto.
Mas, com a TPM braba que eu tenho, que gera esses conflitos existênciais incontroláveis e essa melancolia, terá muito açúcar e zero afeto.

/tristeza.

Logo existo.

Eu não me abro com as pessoas. Prefiro que não saibam e nem suponham o que penso e o que sinto.
Vivo uma mulher de uns sessenta anos, ranzinza e chata. Com orgulho.
Sabe lá se nasci no século errado, na época errada, perto das pessoas erradas.
Aliás, lá não sabe, mas eu suponho.
Porque eu não me submeto às sociedades, não faço tipos, não suporto mediocridades, nem promiscuidade. Chata, sei.
Mas com orgulho. Muito orgulho.

/ auto-desconfiança ?

Apenas bobagens.

Queria uma música, feita pra mim. Pena que eu não mereça já que não sou incrível.
Mas confesso que realmente adoraria que o próximo da fila fosse do tipo "Thiago Pedalino", para quem sabe, pelo menos uma música eu ganhar.
Bom, mas já que isso não acontece, me conformo com Victoria de John Mayer. :D

"Movimento Cosmopolis"

Queria ter voz, atitude.
Queria ter coragem.
Queria aproveitar a globalização e juntar o mundo todo, numa coisa só, sem fronteiras, sem ideologias, apenas paz.
Queria fazer todos entenderem que somos todos humanos, sem varições na espécie.
Oh, para que tantas bobagens e picuinhas?

Queria desfazer essa "Babel" que sofre com a maldita pós-modernidade.

Unlove.

As lágrimas escorreram.
Mas não é pelo fato de você ter sido um canalha.
E sim pelo fato de eu ter me permitido envolver com quem eu sabia que era um canalha.
Maria-ninguém não.
Maria-tola.

.look.what.u've.done.

Maria-ninguém.


Você sabe que há feridas no fundo, no fundo do seu eu.
Você sabe, no fundo, mas disfarça.
Hipócrita, você finge que aquilo não existe.
Você sorri, mesmo afim de chorar.
Você interpreta a felicidade inexistente.
Você é uma atriz da vida, uma falsa-feliz, que esconde a Maria-ninguém.
E você sabe isso, no fundo , no fundo.
Mas você não age.
E quando sua consciência lhe bate na face, você chora.
Se desespera.
Daí você acaba com os planos do disfarce.
Daí todos vêem que você é mesmo uma Maria-ninguém.

O Maravilhoso.


Você nunca percebera.
A novidade é que nada mudou, apenas você.
Agora percebe e enxergas o que antes suas neblinas oculares viam desfocado e cinza.
Agora é colorido, cheio de vida, alegria, pessoas.
Bem vindo.
Este é o mundo ao seu redor. Sim. Ainda é aquele cujo tu recusaras.
O mundo não mudou.
É o mesmo maravilhoso de sempre.
O que mudou foi a sua visão do mundo.

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Indignação - Hugo Oliveira.

É o que se deve conquistar
À medida que o desespero pela busca
se debruça sobre a preguiça.
A desistência da desistência
É o caminho mais viável;
Levante-se de uma vez do luxo que não te pertence;
Vá atrás da sua independência
Sem desculpas.
Com vontade.
O tempo passou, porém é infinito
Não há o que recuperar, mas o que reconquistar.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Hoje joguei lixo no chão, em via pública.
Me senti tão mal, aliás, péssima.
Eu nunca jogo lixo no chão, desde pequena que eu não fizera isso.

Ah, engraçado: o mundo é um grande lixo.

Mesmo assim, me senti mal.
(eu e meus posts, eu e as minhas contradições.)

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Postando abobrinhas.

O que me enraivece é que, depois de fotografar ceninhas desmerecedoras de lentes minhas, as pessoas não se aquietam e nem se conformam que, como estou de cama - sim! estou doente e de cama, - e não têm paciência para, ao menos, esperarem eu melhorar para depois lhes passar as fotos.
Oxe, vou passar as fotos à vocês quando eu melhorar, apenas.
Jogar fora não existe.
Leiam.

viver, aprender e crescer, *

sábado, 22 de novembro de 2008

"Ser feliz."
Chega a parecer comicidade pronunciar esta frase.
Afinal, oque é ser feliz ?
Afinal, oque é isso que o homem vem buscando desde os primórdios ?
Talvez, se vivessem realmente, fossem felizes.
Mas na praticidade cotidiana da pós-modernidade, na qual minha geração está inserida, trocou-se a intensidade pela praticidade.
E também esqueceram que o bom senso nem sempre é compatível com o senso comum.
Foi a minha geração que viveu rotineiramente de coca-cola, chicletes e doces, sim, de fartura, e esqueceu que comida não é prêmio e nem droga alternativa.
Foi a minha criação que me ensinou tudo errado, que me criou mais uma idiota.
Era assim que eu era. É assim que não quero mais ser.
A vida é um exercício constante.
Quem tem preguiça, se mata. E eu não acharei mais motivos para tentar.

sábado, 15 de novembro de 2008


Por que as pessoas se importam tanto com o amor ? Why ?
Eu, não mais.
Apenas mais feliz, sem preocupações com os alheios, completamente egoísta.
Aliás, nem egoísta sou mais,
apenas estou num estado cansado dando atenção às coisas escolares que nunca dei. (virei nerd, enfim, to cumprindo oque prometo todos os anos. )
E acredito estar conseguindo curar a depressão sozinha, e isso é particularmente bom.
Toda hora me pego fazendo alguma coisa que pode ser ruim à minha bunda, mas, cansei de me preocupar com o que vão pensar se eu não pesar menos de quarenta e cinco quilos.Bem, estou certa que há adiposidade exacerbada em meu templo, por que parei de o tratar como templo. Suja, suja por dentro, de comida, mas também, conseguindo ser pseudamente feliz.
Não tão feliz como já fui, mas repassada de mediocridade vem a minha comodidade, to levando preguiçosamente.
Não estou competindo com ninguém, não mais.
Então e daí se não entro nas calças n° 34/36 ?
Se querem saber, morro de saudades do meu corpo de antes, mas não estou mais disposta a passar fome, comprar coisas caras anticeluilites e a me cansar malhando tanto.
Me deixem ter preguiça, me deixem descansar.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

Tenho tantas letras enxaracadas de sentimentos para escrever aqui, tantas.Mas nem sei por onde começar.
Faz tanto tempo que cá não escrevo, que o resumo das coisas acontecidas tomaria conta da página inteira.
Resumirei todo o exercício pacientoso que ando tento em duas palavras: estou crescendo.

Bem, confusão exarcebada tira a minha atenção, desfoca interior e exteriormente.
E assim está sendo, com neblina, nos olhos e no coração.

Beijos, leitores.

domingo, 2 de novembro de 2008

Sentiram minha falta ?
alguém sentiu minha falta ?
ah, alguém sentiu. Um alguém sei que sentiu.
Mas alguém mais ?
rsrs.

(silence)

É melhor nem preguntar de novo. oO'

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Atualmente

Sai de casa ontem, atrás de paz.
Sim, sai e não sei se voltarei.
Já sinto saudade do meu canto, mas não das discórdias desgastantes que lá eu participara. Sinto, por que perdi a privacidade que tinha de usar o banheiro de porta aberta, de andar de roupa íntima, ficar descabelada.
Agora estou na casa de uma tia, irmã daquela que insistiu em quebrar o cristal. E na casa dessa tia tem muita gente, me socializo, logo confesso: tenho medo e até uma certa repulsa disso, sou bicho do mato disfarçada.
Mas juro que estou animada, por que sei que não aguento mais nem uma batida de frente, em casa. E vou levando, então, sem cabeça. Sem cabeça para absolutamente nada. Apenas quero e procuro paz.
Preferia ir para um lugar longe, onde minha convivência fosse limitada àqueles animais de quatro patas que latem, num recanto, talvez. Porém, ainda faltam três demoradas semanas para me confirmarem que poderei entrar de férias ciente de que bombarei e até lá, sou obrigada por todos que me cercam a frequentar a escola. Se fisesse grande diferença, nem discutiria. Mas, quando a pessoa é mal resolvida consigo mesma, não consegue ser incrível em nada, nem mesmo na escola. Por isso, não sou incrível.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

Ontem, quando disseram-me o motivo de não haver aula hoje, desesperei.
Confesso que dependendo do resultado, pensei em desistir desse ano e começar tudo em dois mil e nove.
Fiquei ansiosa. Muito ansiosa.
Então, hoje, de manhã, fui, com a minha mãe, na escola.
Ohhh, que drama eu tinha feito.
Tenho que melhorar, sei. Mas, exceto algumas matérias, não tenho tanto do que reclamar.
Fiquei feliz. Mais feliz.

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Depois de tanto desespero
Depois de tanta escuridão
Depois disso tudo
Pô, você se vê feliz
Com aquilo que jamais pensou que fosse possível
Com aquilo que jamais pensou que fosse te fazer tão bem
Agora, depois de tudo
você começa acreditar que destino, talvez, não seja mais uma invenção do marketing,
não, são coincidências demais para acreditar,
sim, você está a sorrir sem forçar.

//você me faz feliz. ;D

domingo, 26 de outubro de 2008

Nothing to prove

se mata logo ?
por que não tens coragem ?
já estas sem vida há muito tempo.
se existir te deixa infeliz,
por que não se mata, merda ?


//sente.só.o.drama.

Somos quem podemos ser ou somos quem queremos ser ?

Sim, é verdade que penso em largar este mundo, este meu mundo,
pra tentar encontrar outra outra vida para viver.
Sim, o meu redor é determinista e não me cabe.

Fujir não é o termo que procuro ansiosamente tomar coragem e fazer,
Preciso, apenas, ter coragem para reconstruir-me.

Longe porque não quero os vícios antigos, não quero mais o que já foi.
Preciso ter uma nova chance de não agir toda errada.
Preciso deixar transparecer quem eu sou, quem eu realmente sou.

Já não tenho mais coragem de enganar-me,
Porque à noite, é a minha consciência que grita e sente,
dentro de mim o eco repassado do vazio de sentimentos.

Sim, vou atrás de mim mesma.
Sim, procurarei em todo o universo a minha alma.

Tenho consciência agora e não posso deixá-la adormecer.
Não posso continuar sem reflexo no espelho.
E eu não quero companhia que não seja a minha.

E digam, digam aos outros que apenas voltarei quando encontrar-me.
Preciso ser o que sou, o que quero ser.

// gritos de uma alma, abafados pelas belas mentiras da vivência.
// porque ainda tento lhes dizer, com sentido, o que nunca irão entender ? ;~
O que ganhaste então nesta tosca estrada?
Prazeres sexuais e a vida mal fadada
Dormiste ébrias de amor
Com homens pervertidos
E agora sentes a dor
Refletes o teu calor
Nos braços do cupido
//Aurino Costa



---
Pensar no passado não irá ajudar, mas não há como não pensar.

sábado, 25 de outubro de 2008

Ouça a voz da minha peculiaridade, triste


Bem, tenho uma infeliz impressão de que este blog está intrinsecamente relacionado à alguma panacéia.
Sim, estou o tratando como meu placebo; Já que de mim, tudo é muito psicológico.
Confesso, é totalmente difícil me abrir aqui e derramar as causas das minhas insônias.
Mas também, ficar querendo inventar uma felicidade artificial e inteira no meu mundo interior, apenas passa à vocês, meu mundo exterior, que essencialmente estou desesperada. E estou.

Vida sem razão

A vida é sem razão. Não conhece comparação, medo, insegurança, nada disso. A partir do momento em que nos questionamos, nos auto analisamos, não estamos vivendo. Viver pela razão não é viver. Equilíbrio entre razão e emoção? Não, não há. Viver é incondicional. Independente de, eu vivo. Não importa o que, eu vivo. E depois dessa auto entrega total, da auto decepção, da revolta consigo mesmo, das lágrimas, cai-se na razão: viver pela razão. Um viver vazio, sem emoção e quedamos sozinhos. Estava conversando comigo no espelho ontem. E me mostrei que fiquei muitos anos vivendo pela razão. Agora, finalmente, encontrei um sentido que me despertasse e estou conseguindo novamente dar um significado para esses anos de vida. Sim, por que a vida sem sentimento não tem significado, não tem importância, vivemos por viver ou vivemos em busca dos sentimentos. Uma vida repleta de emoção e sem nenhuma razão.

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vida pela razão é simplesmente existir.
E a paz que busco agora
nem a dor vai me negar.
Não deixe o Sol morrer
Errar é aprender
Viver é deixar viver.
Quantas besteiras eu ainda vou pensar ?
E quantos sonhos do tempo vão se esfarelar ?

---
Eu poderia ter escrito isso, pena que o ovo veio primeiro que a galinha.
Obrigada, Frejat.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

É preciso estudar Volapuque

Eu não sei o Volapük, e conseqüentemente eu quero aprendê-lo, tal como quero aprender tudo que não sei, pois essa é minha infindável e impossível missão da vida.
Para quem não sabe do que estou falando, nem faz a mínima idéia, vou dar uma sugestão: é sobre línguas universais, aquelas tentativas de se criar uma língua franca para intercomunicação entre os povos, sem valer-se de alguma já existente língua nacional. Claro que o projeto é bastante grandioso e bonito, mas a realização não é nada fácil, se é que é possível sem anulação das diferenças.
Buscando-se entender o contexto em que surgiram as mais famosas e conhecidas (Esperanto e Volapük), fica-se mais compreensível o que foi a "febre por "línguas universais" que ocorreu ao final do século XIX, em plena Revolução Industrial, com grandes impérios europeus em crise com algumas colônias que já estavam se tornando independentes, quando estava-se ampliando mobilidade da massa humana (graças aos trens e navios, quase que uma "pré-globalização"). Com certeza utilizar a língua inglesa nas relação diplomáticas e comerciais seria algo como assumir a superioridade da Grande Ilha, e utilizar o francês, continuar a louvar as "Luzes do Iluminismo". Restaurar latim e grego não procedia, a não ser dentro dos meios acadêmicos e eclesiásticos.
Então, em 1880, o padre alemão Johann Martin Schleyer publicou seu projeto de língua internacional, Volapük, língua do povo, construída a posteriori, ou seja, a partir do vocabulário anglo-germânico-latino ajustado a um complexo sistema gramatical. A complexidade da sintaxe era uma das características principais dessa língua, que possuía 4 casos e milhares de formas verbais (mais conjugações do que falantes, para ser irônico :o).
Foram realizadas 3 convenções "mundiais" de volapuque, em 1884, 1887 e 1889, a duas primeiras usaram o alemão, mas a última usou apenas volapuque, o que pode ter sido uma das razões principais para o declínio da língua, pois foi após essa convenção que surgiram diversas propostas de alterações e reformas, com a criação de novas (sub)línguas.
Em 1887, outra língua surgiu no mundo, no livreto "Unua Libro", publicada pelo doutor Ludwik Lazarz Zamenhof sob o pseudônimo Doktoro Esperanto. Com uma gramática muito mais simples (apenas 16 regras básicas) e um vocabulário menos arbitrário do que o Volapuk, facilmente o Esperanto tomou o lugar nos congressos e clubes de aficcionados.
As duas Grandes Guerras esfriaram um pouco os ânimos dos divulgadores das línguas universais, ao que, após 1950, restou praticamente apenas o Esperanto no cenário mundial. Outras línguas existem, desde versões simplificadas de línguas latinas (Interlingua) até versões próprias para línguas eslavas (Slovio).
Hoje, basta uma pesquisa na internet para se perceber que não é pequeno o número de falantes do Esperanto (Google "Esperanto" retorna 154.000.000 páginas)
Há também os falantes do Klingon, que é a língua falada pelos Klingons, guerreiros maus de Jornada nas Estrelas. A língua foi "inventada" por Mark Okrand para os filmes e seriados. Apesar de todo o consumismo e fanatismo dos trekies, não há tantos falantes quanto eles alegam, a não ser que estejam considerando outros quadrantes da galáxia, mas isso já é demais.
Já tive contato com diversos professores, todos em regra totalmente avessos ao Esperanto, pois o que os interessava mesmo eram os papéis e velhos livros, as infindáveis discussões teóricas acadêmicas, as línguas mortas, as "regras" gramaticais com suas exceções. E infelizmente o Esperanto é língua falada por vivos, sem exceções na sua gramática, prática e plenamente utilizável.
Argumentos à parte, diziam que o Esperanto era uma invenção de laboratório e que não poderia ser comparada a língua viva alguma, que possui história, falantes naturais, literatura própria. Bem, ao menos alguns aceitavam que poderia ser uma 2ª língua. Mas depois de mais de 100, acho que dizer que não possui história é um pouco complicado... só porque a língua não "evolui" como as demais, isso não implica em dizer que estagnou, pois hoje o Esperanto tem vocabulário suficiente para a globalização, tal como qualquer outra língua (vide que em português brasileiro dizemos "mouse" e em Portugal "rato"). Literatura já tem também. Falantes de nascença... é, realmente, falta isso.
Com muito desgosto, tive que discutir tudo isso com alguns velhos professores, unicamente porque propus alguma comparação entre formas de sintaxe e ordem de palavras. Eu nem sou defensor da idéia de língua universal, que concordo, não é nem nunca será o Esperanto, nem o inglês, nem língua alguma, enquanto houver diferenças sociais e culturais tão grandes quanto às que há espalhadas pelo globo, e ainda bem que é assim, e espero que a globalização não acabe com isso.
Para quem leu até aqui rindo e pensado, "oras bolas, vá estudar inglês", digo que atualmente o inglês é famoso por aqui, neste lado ocidental do planeta. Não tenho dúvida de que na Ásia deve haver outras línguas regionais mais utilizadas, ou mesmo na Europa do Leste, por exemplo, russo deve ser mais comum. E considerando o aspecto histórico, creio que antes de 1900 a língua francesa era mais bem cotada, ou talvez em 1600, a mistura português-castelhano graças à exploração colonial. Antes do levante muculmano, talvez o árabe não fosse tão comum no Oriente e norte da África. Latim e Grego foram bem disseminados nos tempos desses impérios.
Sobre "línguas artificiais artísticas", há também vasto material sobre aquelas criadas por J.R.R. Tolkien (em especial as línguas da Terra Média, dos elfos: Sindarin, Quenya), só para citar algumas. (Vide pesquisa Google Tolkein Sindarin Quenya)
Por fim, termino com um poema de Carlos Drummond de Andrade.


Poema da necessidade

É preciso casar João,
é preciso suportar, Antônio,
é preciso odiar Melquíades
é preciso substituir nós todos.

É preciso salvar o país,
é preciso crer em Deus,
é preciso pagar as dívidas,
é preciso comprar um rádio,
é preciso esquecer fulana.

É preciso estudar volapuque,
é preciso estar sempre bêbado,
é preciso ler Baudelaire,
é preciso colher as flores
de que rezam velhos autores.

É preciso viver com os homens
é preciso não assassiná-los,
é preciso ter mãos pálidas
e anunciar O FIM DO MUNDO.

Desista - Marcelo Ferrari

Desista! Você acredita que a resposta está no livro do coelho? No disco do lobão? No horóscopo chinês? Na poesia russa? Num evangelho que ainda não foi escrito, por um cara que ainda não nasceu, que mora num planeta que ainda não foi descoberto? Desista! Não sei quem foi que lhe disse, nem por que acreditou, porém, pro seu próprio bem, desista! Desista do parceiro ideal, da família ideal, da vida ideal. Se quer ser feliz pra sempre, desista agora! Se espera trabalhar duro, evoluir honestamente, se tornar um cidadão respeitado, pra ser feliz. Desista! Não espere pela felicidade: seja feliz desesperadamente! Se pretende se tornar famoso, ser reconhecido pelo talento, ser capa de revista de fofocas pra ser feliz. Desista! Abandone a pretensão: seja feliz despretensiosamente! Desista agora mesmo! Não passe a vida buscando outra vida. Desista de ser feliz um dia! Apenas seja agora! Quando desistir, compreenderá: todo lugar é o lugar certo. Toda hora é ideal. Não existe problema agora. Nem agora. Tampouco agora. E assim nunca. Quando desistir verá: você só enxerga sua sombra quando está de costas pro sol. Por isso desista! Desistir é fácil. Simples como andar pra frente. Inevitável como o movimento dos braços, dos rios, dos astros. Relaxe o ser. Abra a mão. A pedra cai sozinha. Desista do peso, da pedra, da pulga! Simplesmente desista! Como um navio que desiste da bússula e aceita a viagem. A felicidade não está no porto seguro. No ponto final o texto já acabou. Na página em branco não nasceu. Desista do fim pra sempre. Aceite o meio eternamente!

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Bastante conformista, mas eu gostei :)

//blé! ainda não consegui desistir. :{

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

"nadando contra a corrente, só pra exercitar."
se agora é moda é agradar os outros, afirmo, no tom mais ufanista possível: agora quero é me agradar ! ;)

- sim, estou afim de ser feliz ! -
aparentar felicidade é desespero, só.

sábado, 18 de outubro de 2008

Eu não consigo mais falar palavras amargas, porque sob elas estão o desespero.
Eu não agüento mais estar desesperada e ao mesmo tempo fingir inércia assistindo situações que, por Deus, mordem e ferem meus sentimentos e valores.
Eu não consigo mais viver em meio à tanta gente hipócrita que se vangloriam por idiotices.
Eu não agüento não ser idiota. Por que, como já fui, sei que é mais fácil: olhos vendados, boca amordaçada, idéia entupida de modernidades e o coração vazio.
Eu não consigo achar ninguém que me entenda. Nem mesmo eu me entendo.
Eu não agüento procurar força e coragem e não encontrar.
Eu não consigo mais nada.
Eu juro, juro que não agüento mais.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

e hoje, depois de tanto, consegui desabafar uma coisa que havia travada em minha garganta.
e hoje, o alivio se mostrou e trouxe consigo, a paz para perto de mim.
uma paz que talvez acabe com as conseqüências do desabafo.
mas essa paz, é aquela que cabe apenas à mim e à mais ninguém.
será possível que depois, as pessoas ao redor achem as verdades contextuais completamente absurdas, mas eu assumo que essas verdades são frutos de situações completamente reais.
e também afirmo que com certeza, vcê que está lendo não está entendo e com certeza está afirmando que de coerência nada sei; seria fato. é fato.
mas hoje, estas palavras, com certeza, fazem um enorme sentido pois, elas se tratam de um desabafo que, com certeza, foi desigual e aliviador para o meu coração.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

"Cara tua cara é falsa demais
Ela nem te deu bola assim"
(...)
"Pode ser que qualquer garota do bar
Queira te namorar, eu sei
Mas não adianta ligar sem parar"
(...)
"Você tá fora
Te mandou embora"!



--
um fora musical! ;B
me serviu hoje (:

domingo, 12 de outubro de 2008

O som de ontem foi o som da surpresa.
Sim, eu não esperava. Esperava apenas bolo, salgadinhos variados, brigadeiros, bem-casados, refrigerantes, bexiga e pessoas, mas outras pessoas.
Na minha concepção haveria apenas família e mimimi's.
Quando entrei, de pijama, fiquei com vergonha e sem ação.
Logo pensei em trocar o saco no qual me vestia mas, se já estava ali, não fazia sentido.
Minha cara de sono logo passou, e as pessoas foram me cativando.
Deu pra perceber que eu estava com cara de desesperada também mas, eu estava tentando disfarçar a sem-gracice que me estampava.
A única coisa que não gostei de fato foi uma situação espantosa - logo esperada - porém ainda espantosa, que aconteceu.
Mas, confesso, foi bom.
Ah, comi demais pra variar. --'
Mas foi bonzim sim.
Bem, a partir de amanhã eu começo a dieta LF novamente o//
E é isso, nada e coisa nenhuma, felicidade e tristeza inside me - e ainda há quem diga que dois corpos não ocupam o mesmo espaço. ;~

sábado, 11 de outubro de 2008

O que é que faz alguém se tornar especial pra gente ?
Dizem que a intensidade supera o tempo então, eu não devo a conhecer ainda.
O fato é que ninguém deveras lembraria do seu aniversário se não houvesse aquele calendáriozinho do orkut dizendo que hoje é seu aniversário, nem seu melhor amigo. ;~
O engraçado foi que aquelas pessoinhas que vcê nem se quer lembra os nomes, lembraram.
Patético, sim.
Tedioso também.
Daí, você percebe que todo aquele amor liquidamente moderno, é realmente líquido.
E aí você começa a perceber sentido na frase: "Cansei de ser moderno, agora quero ser eterno." (Carlos Drummond de Andrade)

Meu aniversário!

que deprê, que tédio,que preguiça destes seres animados.
Bolo, salgadinhos variados, brigadeiros, bem-casados, refrigerantes, bexigas, pessoas: nem de bolo sou fã, salgadinhos são trivialidades, brigadeiros e bem-casados são exceções à regra do 'não.gosto', mas nem refrigerante bebo, nem bexiga me alegra e nem de pessoas gosto.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Empolgada? Nem um pouco.
As coisas nada mais são do que psicológicas: Nada e coisa nenhuma são as fitas desbotadas do que não haverá de ser.

/não.quero.que.entendam.mesmo. blé!
Mas quando vcê se torna um lixo humano, a escória da sociedade, que até fede entre as encostas das ruas, que é tão sujo quanto um banheiro público abandonado, as pessoas vão te abandonando e te largando. E por mais que seja incrível, nem oque você tem vale amizade, não mais.
Daí então, quem não te abandona e te apóia, e é chamado de louco pelos outros, vira seu maior escudo, sua maior base; pois como dizem, em terra de cego quem tem olho é rei.
Mudam-se as figuras, mudam-se as paisagens, mas você sabe que mesmo no buraco vcê tem uma mola de apoio.
Você volta a ser feliz, volta a ser referência e se amontoam sobre ti urubus e urubus querendo consumir as coisas que tu conquistou.
Mas não, vcê não precisa de relações sanguessugas, não agora.

101° post!

emoção, emoção.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Abrindo um parênteses: não vou mudar a cara do blog como o prometido.

Já até havia até feito um novo tudo em html, bonitinho e talz mas, "...se a sua mente ainda estiver num estado de confusão e agitação, os bens materiais não lhe vão proporcionar felicidade..." e eu quero agora Paz de espírito.
Não sei se intenderam, mas muitos artifícios só servem para enfeitar lugares vazios.
Ah, que não intendam; prefiro assim. (:
Boa Noite pessoas (:

-
que se fechem os parênteses.
É tão ruim os resultados do balanço. É tão ruim ver que nada, além do tempo, mudou.
É tão desesperador perceber que nada que conheces realmente conheces, que nada que queres realmente queres, que nada que tens realmente tens, que nada que amas realmente amas.


É de bestializar qualquer um. É pra enlouquecer qualquer são.
;~
Alma: Ausência justificada ou estado de espírito ?

Teste de Personalidade

INFP

Seu modo principal de viver é focado internamente, lidando com as coisas de acordo com a maneira com que você se sente quanto a elas, ou de acordo com a maneira com que elas se encaixam no seu sistema de valores pessoais. Seu modo secundário é exterior, através do qual você absorve fatos principalmente através da sua intuição.

Você, mais do que outras pessoas que são intuitivas e que dão mais ouvidos aos sentimentos do que à razão pura, é focado em fazer do mundo um lugar melhor para as pessoas. Sua primeira meta é encontrar o seu significado na vida, perguntando coisas do tipo: “Pra quê eu existo? Qual é o meu propósito? De que maneira eu posso melhor servir a humanidade durante a minha vida?” Você é uma pessoa idealista e perfeccionista, e se esforça ao extremo para atingir os objetivos que identificou para si mesmo.

Você é muito intuitivo sobre as pessoas. Você conta totalmente na sua intuição para te guiar, e usa suas descobertas para buscar constantemente o valor da vida. Você está numa missão contínua para encontrar a verdade e o significado das coisas. Cada interação e cada pedaço de sabedoria adquirida é filtrada pelo seu sistema de valores, e avaliada para ver se existe algum potencial para lhe ajudar a definir ou refinar mais ainda seu próprio caminho na vida. A meta final é sempre a mesma – você se esforça para ajudar as pessoas e para fazer do mundo um lugar melhor.

Em geral, uma pessoa gentil e de muita consideração, você é um bom ouvinte e deixa as pessoas à vontade. Mesmo que reservado ao expressar suas emoções, você se importa demais com os outros, e é genuinamente interessado em entender as pessoas. Esta sinceridade é percebida pelos outros, fazendo de você um amigo especial, e em que se pode confiar. Você geralmente é muito caloroso com as pessoas que você conhece bem.

Você odeia conflitos, e faz o que puder para evitá-los. Se você precisa encará-los, será sempre utilizando a perspectiva dos seus sentimentos. Em situações de conflito, você dá pouca importância para quem está certo e quem está errado. Você presta atenção à maneira com que você se sente quanto ao conflito, e não se importa muito se seus sentimentos estão ou não corretos. Você simplesmente não quer se sentir mal. Essa característica às vezes faz com que você aparente ser uma pessoa irracional e ilógica em situações de conflito. Por outro lado, você faria um ótimo papel de mediador, e tem facilidade de resolver os conflitos dos outros, porque você entende intuitivamente as perspectivas e os sentimentos das pessoas, e quer genuinamente ajudá-las.

Você é flexível e despreocupado, até que um de seus valores seja violado. Assim, se seu sistema de valores está sendo ameaçado, você pode se tornar agressivo, lutando com muita garra e paixão por sua causa. Quando você começa um projeto no qual se interessa, é muito comum que este se torne uma “causa” para você. Apesar de você não ser uma pessoa focada em detalhes, você cobrir cada detalhe necessário com vigor e determinação, enquanto lutando por essa sua causa.

Quanto a detalhes mundanos da vida (como lavar, limpar, passar, etc), você praticamente não está ciente deles. Você pode passar meses sem perceber as manchas no carpete, mas você cuidadosamente e meticulosamente remove aquele filetinho de poeira que caiu em cima do seu caderno de projetos.

Você não gosta de ter que lidar com fatos concretos e com lógica. Seu enfoque pessoal nos seus sentimentos e na condição humana torna difícil que você lide com decisões impessoais. Você não compreende nem acredita na validade de uma decisão que não leva as pessoas em consideração, fazendo de você uma péssima pessoa para tomar esse tipo de atitude. Você provavelmente evitará análises impessoais, apesar de poder desenvolver esta capacidade, e de conseguir ser bastante lógico. Sob estresse, é comum que você utilize a lógica de uma maneira errada quando, por exemplo, num momento de raiva, em que você cita fato após fato (e geralmente não completamente corretos) em uma explosão emocional.

Você tem padrões altíssimos e é um perfeccionista. Consequentemente, você é muito duro consigo mesmo, e não dá muito valor às suas conquistas. Você pode acabar tendo problemas na hora de trabalhar em um projeto em grupo, pois seus critérios e padrões tendem a ser bem mais altos do que os do resto do grupo. Nessas situações, você pode ter um problema de “controle”. Você precisa tentar equilibrar seus ideais com suas necessidades do dia-a-dia. Sem resolver este conflito, você nunca ficará feliz consigo mesmo, e pode ficar confuso e paralisado quanto ao que fazer de sua vida.

Pessoas como você geralmente são escritores talentosos. Você pode se sentir esquisito e desconfortável em se expressar verbalmente, mas você tem uma capacidade maravilhosa de definir e de expressar no papel o que você está sentindo. Você também gosta de participar de profissões de cunho social, como na área de aconselhamento ou de educação. Você se encontra o mais confortável e feliz possível quando trabalha pelo bem das pessoas, e onde você não precisa usar lógica intensamente.
Se você desenvolver suas potencialidades você poderá realizar feitos maravilhosos, apesar de que provavelmente você nunca irá reconhecê-los como tais. E lembre-se: algumas das pessoas que mais causaram desenvolvimentos dos seres humanos no mundo foram pessoas como você.


* NF: Intuitivo Sentimental (chamados Idealistas) – Tipos: INFP, ENFP, INFJ, ENFJ

Os NFs acreditam que a cooperação amigável é a melhor forma para que as pessoas atinjam os seus objetivos. Eles sonham em remover os muros de egoísmo e conflito que dividem as pessoas e têm um talento único para ajudar as pessoas a resolver as suas diferenças e assim trabalharem juntas. Tal harmonia interpessoal poderia ser um ideal romântico, mas os NFs são românticos incuráveis que preferem concentrarem-se no que poderia ser em vez do que no que é.

--
Por incrível que pareça, está tudo muito parecido com que realmente é.

Faça o seu também : inspiira.org
Bem, hoje o peso da minha consciência está maior do que o meu peso sobre uma balança que confirma todos os meus medos, por incrível que pareça.
O fato é que ficou parecendo pouco caso mas, não foi.
Eu peço desculpas, peço sim.
Eu realmente queria ter ido; não me odeiem porque não fui.

terça-feira, 7 de outubro de 2008

Desde que partistes sinto um vazio cão dentro de mim, algo inexplicável entre as tripas, espaço que faltava e hoje há em demasia. Acho que nem entre as tripas, não dá para traduzir mesmo esta sobra de sei lá o quê em sei lá onde. Bom, voltando ao assunto, durante o tempo transcorrido entre a última quarta-feira deste escaldante inverno tropical até a manhã de hoje, até agora, dez da manhã, não tive notícias tuas, não sei por que banda te embrenhastes e nem com quais companhias andas.

Só queria que tu soubesses por quaisquer bocas e a plenos ouvidos que estimo muito tua presença, que sem tu há um quê de falta de sentido em meus pés caminhantes. Aquelas margaridas que gostavas tanto estão a se murchar dia após dia: falta d'água e excesso de relapso por parte minha. É bem verdade que eu nem as admiro tanto quanto tu e na tua ausência elas não teriam a quem sorrir também. Do mesmo mal, a falta d’água, sofre Juan Pablo, nosso Golden Retriever. Devo confessar que ele sofre de falta de comida e de carinho também. Desde que fostes ao sabor do vento ele carrega consigo aqueles sapatos que tu adoras pra qualquer lugar que ponha suas peludas patas. Já o canário, se soubesse falar, não poderia nada reivindicar, esse não sofre com a falta d'água. Não sofre porque morreu ontem à noite: desidratação. O inverno é quente, minha pequena, e sabe como são os canários, né? Sensíveis demais esses bichinhos cantores.

Já combinei com o coveiro de ir ao cemitério amanhã, quero escolher um bom local para uma boa cova, com espaço suficiente para construir um belo mausoléu. Sei que tu não compactuas com tais luxos, ainda mais quando se trata de um corpo que, a partir do momento em que vestiu o paletó de madeira, só serve de banquete aos vermes. Mas a vida é dura sem tu, menina. Tomando uma caixa de calmantes acabo com minha dor ou, ao menos, durmo por dois longos dias seguidos, o que não seria nada mau também.

Sei que não és indolente, pelo contrário, julgo-te exageradamente sensível, és a sensibilidade que não habita minhas carnes. Por isso, peço nestas mal escritas linhas que voltes, mesmo que tu nunca leias o que com esses garranchos cuspo, pois, se sumistes, fica óbvio que só lerás quando tornares ao nosso lar e voltares novamente a mexer em minhas gavetas. Esqueci-me de dizer que sinto falta até de quando mexias em minhas gavetas, principalmente a de cuecas, onde finjo esconder de ti as baboseiras que eu escrevo e a garrafa de conhaque barato, mas isso não vem ao caso agora. O caso é que hoje já é segunda-feira, precisamente dez e dezoito da manhã e tu ainda não voltastes. Espero-te desde a já supracitada última quarta-feira, quando saístes para comprar cigarros e não mais a vi. A duras penas tento enganar-me num rec-rec repetitivo orador de que consigo viver sem ti, minha alma.

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Textinho velho e de Crtl+C/Crtl+V, mas tá valendo.
Beijo pessoas :*
Ah, algum dia eu mudo a cara do blog, falei que era essa semana mas, estou sem tempo.

domingo, 5 de outubro de 2008

Gente, gente, meu celular está estragado!

Tudo bem que ele nunca prestou direito mas, agora ele acabou de vez.
Então, não me liguem nele. Liguem lá em casa ou no celular dos meus amigos que podem estar perto de mim na hora que vocês ligarem. ;B
Obriigada.

Ah, quanto as caixinhas dos comentários que eu falei no post passado: estou arrumando tudo já. Acredito que amanhã ou depois já mostro um 'blog novo' pra vocês.

beeijocas. :*
Para uns,os blogueiros postam para adquirir reputação, para serem bem visto por seus pares. Para outros, eles querem mesmo é fama, assim como nos demais meios massivos. Há partidários para um e para o outro lado.
Mas é inegável isso de que todo blogueiro (ou pelo menos a maior parte deles) tenta se promover socialmente através do blog :P (tipo, ninguém escreve para ninguém ler... blogar é um ato social por excelência).

Caixinhas de comentários existem para estimular o contraditório :D huhauhua
Então, vou colocar de novo as tais caixinhas para ver se há algum ser vivo que leia o que escrevo, num ato de pura socialização - melhor, melhor que orkut. (:
Sim, eu realmente excluí o meu orkut!
Eu não agüento mais: muita gente ainda vem me perguntar: - Vic, vc excluiu o seu orkut???!! Pqqqqê???? =O

Bem... posso dizer alguns bons motivos:

1. Eu quase que nem mexo nele;
2. Sempre que preciso fazer um trabalho e tal, eu fico perdendo tempo nesse 'maledictu';
3.Não quero ver meus amigos de verdade só pelo orkut, quero um contato mais humano;
4. É uma vida muito fútil... vc é vc, mas bem mais aprimorado, com recursos como photoshop tem gente que vira top model;
5. De que vale 500 mil amigos se vc nem os conhece???
6. Quem te disse que vc é 90% sexy de verdade?
7. Pqê eu devo expor minha vida e fotos para pessoas que vão me medir dos pés a cabeça e depois ainda escrever um comentário??
8. Pqê que eu preciso do orkut se nem tudo eu posso falar por ele?
9. Pqê eu sempre me pego fuçando a vida alheia, e isso não é bom;
10. Ah, quem deixou os mocinhos que se acham galã pelo mundo virtual me xavecarem pelo orkut.. dãa!!

(:

Ah, cansei de dizer para desconhecidos como que a minha vida é... ou como é meu corpo, ou se eu sou "pegável".
Estou mais afim de aproveitar de um mundo real, com pessoas reais, que tem espinha, barriguinha de chop, um cabelo mais ou menos e uma bela personalidade super natural, sem fingimentos.. sem falsidade... Eu quero participar do mundo real!
Quero mostrar para mim que eu sou a Victória, a Victória que tem gente que não suporta mas também tem gente - alguns loucos - que amam muito... podem crer !!

Bom... e se alguem ainda quiser tentar me convencer de que não vale a pena essa minha nova ideologia é só mandar um e-mal, okay?!


Beijos à todos. :**

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Argh! Kill the messenger! ;~
Digno de ódio, ódio, ódio.

Primeiro, um atoa tem a minha senha e fica entrando quando eu entro, e o msn fica entrando, fica saindo, etc.
Segundo, meu pc tá com vírus, tenho que entrar no webmessenger.
Terceiro, abre duzentoseoitentaequartomil janelas toda vez que eu faço login.
Quarto, o Rodrigo nunca tá on. ;~

--'
Depois do 'post do descarrego', o 'post do medo'. ;~
Ain, pela segunda vez na história da minha vida, gastei mais do que devia no cartão da dona onça.
Acho que dessa vez ela me mata.
E se não matar, é só porque esse é o mês no meu aniversário.
Puff. ;~
medão, medão, medão.

Hey! eu penso!

Adiei, adiei.
Mas por fim, preciso escrever isso.
Na verdade, talvez ninguém leia.
Mas gritar talvez possa assustar.

O fato é que as pessoas adoram subestimar.
Isso ocorre principalmente se você tem bunda.
Ah, e eu confesso: odeio ter bunda.
Mas eu tenho. (E reclamar disso sem uma dieta 'daquelas' só me faz parecer mais fraca. E por mais que eu seja fraca, venho tentando mudar isso.)

Mas, voltando ao assunto que vim tratar, quero informar àqueles que acham que me conhecem que vcês não me conhecem.
Tudo bem, tudo bem: eu sou falsa.
E o meu personagem principal ultimamente têm sido o de vaca, vadia, burrinha, que adora aparecer, vive de dieta e tem um chumaço de algodão no lugar onde deveria estar o cérebro.
Mas digo com todas as letras: eu não sou assim.
O que acontece é que "...de qualquer maneira, meus gracejos, senhores, são naturalmente de mau gosto, desiguais, incoerentes, repassados de autodesconfiaça..."

Mas depois de mudar quem eu sou/fui/continuosendo por causa de outros seres, e outros até acéfalos e sem o mínimo de conteúdo, do tipo que sabe apenas escrever seu próprio nome - e com uma certa dificuldade, afirmo que não valeu a pena.
E eu que nunca precisei de aprovação de ninguém, me perdi num 'eu' que nunca fui, com vontade de agradar os outros.
Ah --'
Eu não preciso mais disso não.

Por que (ironic) as pessoas amam você... (/ironic)...Até você ter um problema.
Na verdade, elas nem se quer sabem quem é você de verdade.
Elas gostam da sua aparência e por isso viram sua fã número um.
Elas não estão nem ai se você é uma má pessoa, elas vão te amar 'incondicionalmente' simplesmente porque você é pop.
Se você desprezar uma pessoa, elas virão com frases do tipo 'vou sempre te amar, mesmo se você for uma assassina'.
Elas não vão tentar te concertar, por mais que você esteja errada.
Elas vão ficar impressionadas se você encher a cara e fazer papel de prostituta.
É, simplesmente porque você é foda.
Mas, se você voltar a ser um ser humano praticante, elas acham outro 'fodão' pra seguir, numa relação completamente líquida, não é, Zygmunt Bauman?!

Não sei como pude 'cair' numa dessas.
Há um ano eu não sei o que é me agradar.
Isso só porque eu não sei lidar com a rejeição. Isso só porque eu sou irritante o bastante pra não ter no mundo ao menos três pessoas que me suportem realmente.
Ah,. isso pode parecer uma merda.
E talvez até seja.
Mas o pior não é isso.
O pior é você mudar por falta de opção.
É você tentar agradar o outro.
Daí um dia você percebe que o outro com nada se agrada, sempre será insatisfeito, independente do seu sacrifício - até porque, se o sacrifício é seu, o problema, conseqüentemente, também é.

E aí você acorda e percebe que não é tão ruim assim se você aceita que é um ser anti-social.
É, eu aceitei. o// e até escrevi neste blog que é onde eu nunca sou verdadeira.

Porque não há personagem que consiga se manter por tanto tempo.
E eu juro que eu não ligo mais se as pessoas vão me amar, até porque eu odeio elas; seria recíproco.
E amores líquido, dos que eu tenho, me bastam.
Falsidade demais é desgastante.
Amigos com tanta quantidade e falta de qualidade não me satisfazem.

E que se fodam, eu quero voltar ao meu estado de espírito feliz. (:

~
Hm, se alguém ler: Boa Noite. (Sem falsidade) :*

domingo, 28 de setembro de 2008

"Com ela aprendeu Florentino Ariza o que já padecera muitas vezes sem saber: pode-se estar apaixonado por várias pessoas ao mesmo tempo, por todas com a mesma dor, sem trair nenhuma. Solitário entre a multidão do cais, dissera a si mesmo com um toque de raiva: 'O coração tem mais quartos que uma pensão de putas.' Estava banhado em lágrimas com a dor dos adeuses."
[ Gabriel García Márquez. O Amor nos Tempos do Cólera ]

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

... gostei do seu charme e do seu groove;
gostei do jeito como rola com você. ♫

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Em algum lugar no arco-íris.
Bem lá no alto...

E os sonhos que você sonhou
Uma vez em um conto de ninar

Pássaros azuis voam
Sonhos realmente se tornam realidade

Algum dia eu vou desejar por uma estrela
Acordar onde as nuvens estão muito atrás de mim.

Onde problemas derretem como gotas de limão
E,
Bem acima dos topos das chaminés
é onde você me encontrará

E o sonho que você desafiar
Bom, eu vejo árvores verdes e vejo também rosas vermelhas.

Eu vou assisti-las florescerem pra mim e pra você
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso.

Bem eu vejo céus azuis e nuvens brancas
E o brilho do dia
Eu gosto do escuro e eu penso comigo...
Que mundo maravilhoso

As cores do arco-íris tão bonitas no céu
Também estão no rosto das pessoas que passam

Eu vejo amigos apertando as mãos
dizendo, "como vai você?"
Eles estão realmente dizendo
Eu, eu amo você

Eu ouço bebês chorando e eu os vejo crescer.
Eles vão aprender muito mais...
Que nós saberemos
E eu penso comigo
Que mundo maravilhoso .




"Preste atenção nas origens das razões mais simples"

domingo, 14 de setembro de 2008

When the sun will set right inside your eyes
When the moon will spread it's arms of golden light
It'll be clear to see that every
Moment we share is blessed
It will be revealed that to have more
Is to want less

You are heaven to me

There is this woman I know who finds
redemption being hugged
There are some people out there who
Don't know how it feels to be loved
You can bathe in truth or swim in a pool of lies
You can embrace the stars or just call
Them holes in the skies

You are heaven to me, to me



-
goostei ! ;)
'Heaven To Me', ouçam aqui.
A alma não tem segredo que o comportamento não revele.
(Lao Tsé)

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

alguém qe lê isso aqui, já ouviu falar em Faichecleres ?
poisé,. é uma banda curitibana de rock retrô que eu ouço desde, hmm, sempre. oO'
só qe hoje, eu nem estava ouvindo eles,.
e um amigo meu que é super pop me mandou aquela música deles, "Ela só quer me ter"
oO'
bom,. meel deels. :x
não me digam qe agora Faichecleres é pop ?!! :x

aah,. onde qe esse mundo vai parar ? . =/
"Mas a melhor coisa do museu é que nada lá parecia mudar de posição. Ninguém se mexia. A gente podia ir lá cem mil vezes, e aquele esquimó ia estar sempre lá acabando de pescar os dois peixes, os pássaros iam estar sempre a caminho do sul, os veados matando a sede no laguinho, com suas galhadas e suas pernas finas tão bonitinhas, e a índia dos peitos de fora ainda ia estar tecendo o mesmo cobertor. Ninguém seria diferente. A única coisa diferente seriamos nos. Não que a gente tivesse envelhecido nem nada. Não era bem isso. A gente estaria diferente, só isso."
[J. D. Salinger; O apanhador no campo de centeio.]



-
ontem fooi tudibom³! õ/ saudade dos tempos de banda.
hmm,. é incrível como chatos como vcês me fazem falta. ;~
SPASKAPOKSAOKSPO' :D
. meus meninos, eu continuo amando vcs. (heart) obrigada por ontem e por sempre.

-
rá,. eu tenho quase certeza qe eles não vão ler isso. oO'
aliás,. não serão os únicos,. {y}
aah,. tôu pensando mas, acho qe vou deixar isso as moscas de novo. :*
orkut tbm,. :x
voou voltar ao myspace. õ/

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

dar muita importância ao qe, deveras não tem importancia, é errar ? ;~


/gostei desse vídeo,. fui coloca-lo no orkut e não deu, pqe lá só serve se for do youtube. ;~
então serve aqui mesmo. õ/

-
beeijos pessouas. :*

terça-feira, 9 de setembro de 2008

báah,. acabei de ver que postei o mesmo post duas vezes ;~
maas,. isso não vai estragar o meu dia, okaay ?! (y).
ee, naada maais irá estragar dia nenhum,.
nem hoje,. nem nunca mais.

e as dúvidas ? .;x
com certeza poderia ser td mais fácil. ;~
mas já qe não é,. oque eu posso fazer, né ?

é melhoor essas incertezas do que certeza inconvenientes. (:





-
aprendendo de novo a ver o lado bom das coisas ruins. ;)
cansei do contrário.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Eu sou o tudo.Eu sou o Nada.
Sou os livros que li,os momentos que passei,eu sou os brinquedos que brinquei,e os amigos que conquistei.Sou o amor que dei,e os amores que tive,as viagens que fiz,e os esportes que pratiquei.Sou minha matéria preferida,minha comida predileta,essa sou eu...eu mesma,será que vais entender? Sou o ódio resguardado,sou os sonhos realizados,os objetivos alcançados.Eu sou o meu interior,mas tambem meu exterior.Sou um conjuntos de fatores que voce não pode entender.Sou a saudade,os abraços que ja dei,eu sou o passado,mas tambem o presente e o futuros,sou os meus atos.
Sou o perfeito,Mas tambem sou o impoerfeito.Sou o contraste e a contradição.Sou a complexidade do mundo.
SOU O QUE NINGUEM VÊ. ­ ­

/Molto più di semplici parole e bella.
Eu sou o tudo.Eu sou o Nada.
Sou os livros que li,os momentos que passei,eu sou os brinquedos que brinquei,e os amigos que conquistei.Sou o amor que dei,e os amores que tive,as viagens que fiz,e os esportes que pratiquei.Sou minha matéria preferida,minha comida predileta,essa sou eu...eu mesma,será que vais entender? Sou o ódio resguardado,sou os sonhos realizados,os objetivos alcançados.Eu sou o meu interior,mas tambem meu exterior.Sou um conjuntos de fatores que voce não pode entender.Sou a saudade,os abraços que ja dei,eu sou o passado,mas tambem o presente e o futuros,sou os meus atos.
Sou o perfeito,Mas tambem sou o impoerfeito.Sou o contraste e a contradição.Sou a complexidade do mundo.
SOU O QUE NINGUEM VÊ. ­ ­ ­M

/Molto più di semplici parole e bella.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

tenho uma leve impressão de qe as coisas não estão indo bem,. ;@
mas é leve. ;~


-
sarcasmo demais, enjoa.

~ báh, Vendetta è un piatto che si mangia freddo! ã//

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

~


yéah.yéaah. 66)~

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Como seria simples
Espicharia o casco ao sol
Divagaria bobagens tamanhas ...
Não teria mais porto
Atracaria em areias distantes Cariocas, gaúchas, baianas ...
Aproveitaria cada minuto
Bolaria, mergulharia
Até andaria largado, só de havaíanas ...
Fingiria que eu era outro
Um poeta que endoideceu
escreveria rimas parnasianas ...
Dê-me sol,
dê-me areia Caipirinha,
ostra e caju
Sol detrás das montanhas ...
Se o mundo acabar, quem garante ?
Seriamos homens realizados uma legião de anjos à paisana .

/copiado do orkut do Gustavoo; adoro ;D

domingo, 31 de agosto de 2008

-
ser Anna é ser superior.
'vou me esquivar da estagnação.'
concentrada.; anna novament; ã/

p.s.: depois qe conhecemos o lado ruim. podemos ter noção do qe realmente é bom; rá. não há pscicólogo no mundo qe poderá me tirar a vontade de ser Anna agora.
Pro Anna Life Style. foreveer. ã/
~
momento de meditar. refletir. pensar. mudar. trancender. agir. e voltar a viver. #

regresso à felicidade,. ;)
regresso à paz. ~

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

"Eu vejo um museu de grandes novidades"
- pra amadurecer, ainda bem que -
o tempo não pára.;~

~ mais um dia difícil, nos tempos difíceis.

sábado, 16 de agosto de 2008

"Be deliriously happy. Or at least leave yourself open to be. Love is passion, obsession, someone you can't live without. Fall head over heels. Find someone you can love like crazy and who'll love you the same way back. And how do you find him? Forget your head and listen to your heart. RUN THE RISK, if you get hurt, you'll come back. Because, the truth is there is no sense living your life without this. To make the journey and not fall deeply in love -- well, you haven't lived a life at all. You HAVE TO TRY. Because if you haven't tried, you haven't lived...Stay open. Who knows? Lightning could strike!" Meet Joe Black


-


"Não importa o que você aprendeu sobre amor e amar, sua sabedoria só pode vir, tal como o Messias de Kafka, um dia depois de sua chegada.
Enquanto vive, o amor paira à beira do malogro. dissolve seu passado à medida que prossegue. Não deixa trincheiras onde possa buscar abrigo em caso de emergência. E não sabe o que está pela frente e o que o futuro pode trazer. Nunca terá confiança suficiente para dispersar as nuvens e abafar a ansiedade. O amor é uma hipoteca baseada num futuro incerto e inescrutável.
O amor pode ser, e freqüentemente é, tão atemorizante quanto a morte. Só que ele encobre essa verdade com a comoção do desejo e do excitamento. Faz sentido pensar na diferença entre amor e morte como na que existe entre atração e repulsa. Pensando bem, contudo, não se pode ter tanta certeza disso. As promessas do amor são, via de regra, menos ambíguas do que suas dádivas. Assim, a tentação de apaixonar-se é grande e poderosa, mas também o é a atração de escapar. E o fascínio da procura de uma rosa sem espinhos nunca está muito longe, e é sempre difícil de resistir
."(pag. 23, 2004)O Amor Líquido: Sobre a Fragilidade dos Laços Humanos


{ em qem acreditar? oO }

terça-feira, 12 de agosto de 2008

~

sábado, 9 de agosto de 2008

# hipocrisia convencional.

Apesar do apelo quase desesperado que se faz à honestidade como a única salvação possível à humanidade, mentimos o tempo todo, durante todas as nossas vidas. Negá-lo só contribuiria com mais um motivo para rirmos de nós próprios. Mesmo que nos custe admitir, o fingimento e a dissimulação são também pilares básicos da vida em sociedade, não apenas porque a mentira é útil, mas também porque é necessária dentro do esquema de fachadas sociais que somos obrigados a incorporar desde nosso nascimento. Por isso faz bem aquele que aprende a distinguir entre as necessidades reais e as necessidades sociais – isto é, a representação, numa linguagem cifrada e retorcida, que, em termos gerais, traduz as reais objetivamente, porém não com a ineficiência inocente de um tradutor automático, mas com a malícia de um advogado velhaco que precisa ganhar a vida. Tal consciência é importante porque diz respeito diretamente ao nosso bem-estar imediato, à nossa condição real, que está para nossa condição social como nossa felicidade íntima está para nossa cédula de identidade. Portanto, em relação à primeira, a mentira tem um efeito definitivamente pernicioso, e dificilmente alguém chega ao grau de insensatez de realmente descartar suas necessidades íntimas e reais em favor de meras convenções estabelecidas arbitrariamente. Isso é algo que não se aprende senão por si mesmo através da experiência e da reflexão. Os fatos reais e autênticos da vida, como cada qual realmente os sente e concebe, são uma espécie de tabu; não devem ser trazidos à luz publicamente; ficam ocultos em favor das aparências que, não obstante, todos sabem ser falsas – e, por isso, o embaraçoso assunto é evitado a todo custo. Por exemplo, quando algum sabichão afirmou que nosso salvador nasceu de uma virgem, não foi realmente isso que quis dizer; uma alegação desse tipo não é uma afronta ao bom senso e à ciência biológica, mas apenas uma forma educada de dizer: mudemos de assunto. É difícil apontar o culpado pela nossa necessidade tradicional de mentir; talvez os representantes dos idealismos cristãos que, ao alcançarem o poder, estabeleceram valores impossíveis como metas sejam, em parte, responsáveis pelo agravamento de tal fenômeno. Porque, com isso, a honestidade – isto é, tudo que concerne a nossa verdadeira humanidade – passou não apenas a ser uma segunda realidade menor, mas uma mentira, algo vergonhoso, indigno, que devemos esconder como se fosse um crime, e isso em favor de uma outra realidade que não apenas traduz mal nossas verdadeiras necessidades, mas de fato as calunia, as nega em favor de um mundo fictício – ou seja, valores que nos desumanizam. Por isso os deuses da mitologia grega, que refletem nossa natureza íntima, são tão preferíveis ao fantasma castrado forjado pelo cristianismo; por exemplo, pensemos em como conseguimos nos identificar intimamente com Dionísio, deus do vinho, Vênus, deusa do amor e da beleza, Marte, deus da guerra e da violência; isso acontece porque dizem respeito ao que efetivamente nos move enquanto seres vivos, ao que nos torna o que somos; foram concebidos para refletir e exaltar a natureza humana, não para falsificá-la. Pelo contrário, toda a metafísica cristã tem seu cerne na negação de si próprio e no culto de características doentias que buscam extirpar nossos instintos básicos e escarnecer nossa natureza; encontram sua expressão máxima no culto à castidade e à submissão, na resignação ante o mundo, no elogio do sofrimento – tanto que seu símbolo é um chandala ensangüentado e pregado a uma cruz. Diante dessa perspectiva, poderíamos supor que todo médico deveria ter o cuidado de precaver seus pacientes contra a prática insalubre de ser cristão; mas isso sequer chega a ser necessário, porque poucos são suficientemente tolos para realmente viver seus princípios, não apenas porque seriam miseravelmente infelizes, e é provável que acabassem internados num manicômio – ou num convento –, mas principalmente porque não conseguem os sentir sinceramente como algo íntimo e pessoal. Por isso permanece, como sempre foi, uma religião de fachada, algo que não deve ser praticado, mas apenas encenado; ser cristão, portanto, é apenas uma questão de discrição; em outros termos: se queres paz, te prepara para a farsa. Não obstante, seria errôneo culpar a religião pela nossa necessidade de mentir; pois é provável que não passe de um artifício inventado para tornar a mentira, se não desejável, ao menos digna de respeito. Como vemos no exemplo acima, depois de conviver algum tempo com tal sistema, apreendemos suas regras de modo indireto; intuitivamente, delineamos as fronteiras entre ambas as coisas – entre o real e o convencional. Uma explicação plausível para a existência dessa cisão tão radical entre o que somos e o que aparentamos ser aos demais pode ser encontrada em nossa própria natureza; no fato de que não é apenas inconveniente ser honesto sem reservas, mas que o ideal dessa honestidade não pode ser alcançado, pois é impossível fazer com que os demais apreendam nosso íntimo, e vice versa. Aquilo que em nós corre tão livremente não pode ser representado senão por símbolos convencionados que esvaziam quase completamente aquilo que está sendo comunicado; ou seja, mesmo com a mais franca honestidade a respeito de algo que sentimos, nas mentes dos demais, nossa explicação está para uma fotografia como o sentimento em si está para a paisagem original que, entretanto, não pode ser visitada. Como estamos inescapavelmente presos à sina de ter de viver em nossa própria pele e somos completamente incapazes de apreender o íntimo de outro ser humano da mesma maneira que sentimos a nós próprios enquanto seres subjetivos, eis que temos a primeira divisão da realidade: o eu como ente subjetivo e os demais como entes objetivos. É certo que somos capazes de alguma alteridade, isto é, de nos colocarmos, in abstracto, na situação de outro indivíduo enquanto ser subjetivo como nós próprios, mas isso, além de exigir algum esforço intelectual, dificilmente é empregado senão em nosso próprio benefício, já que é muito raro realmente nos preocuparmos com questões alheias para além do que parece desejável em termos de cortesia. Desse modo, numa interação interpessoal, desenha-se mais ou menos a seguinte situação. Temos dois indivíduos; ambos são seres subjetivos bastante conscientes de suas verdadeiras opiniões e motivos íntimos quanto a tudo que os interessa; na sua relação, todavia, só são capazes de alcançar a camada mais superficial um do outro, isto é, aquilo que se apresenta objetivamente ante seus olhos. Sendo que todo ser humano é única e exclusivamente egoísta, cada qual buscará sua própria satisfação através de jogos que exploram esse abismo do incomunicável, sem nunca deixar transparecer claramente suas intenções de modo escancarado; e isso também porque nosso íntimo é constituído de elementos tão mesquinhos e vis que dificilmente outro indivíduo conseguiria disfarçar a repulsa caso nos mostrássemos tais e quais – tanto quanto isso é possível. Não obstante, todos têm consciência desse caráter teatral da sociedade, e de bom grado se limitam a jogar com as aparências exteriores como uma espécie de linguagem maquiada e vaga que nos poupa de manipular diretamente as vísceras de nossa natureza. Talvez isso sirva para que sejamos capazes de suportar a vida em sociedade sem azedar o estômago a cada conversa. Vejamos um caso hipotético que ilustra tal fenômeno educadamente. – Um indivíduo acorda ao som do despertador vagabundo e infernal que ganhou de um amigo, mesmo que na época tenha dito que adorou o presente com um sorriso que ambos perceberam ser falso e, por polidez, mantiveram silêncio. Vai até o banheiro, escova os dentes, não porque se sente maravilhado pela sensação refrescante do creme dental, mas porque sabe ter hálito terrível, e isso muitas vezes já lhe causou constrangimentos. Faz a barba, penteia o cabelo, passa o gel, o desodorante etc.; defeca anonimamente enquanto lê os acontecimentos interessantes no jornal para que tenha algum assunto sobre o qual conversar caso encontre algum conhecido com quem não tenha nada em comum. Veste seu uniforme de trabalho e caminha até o ponto de ônibus. Enquanto espera, um velho colega passa de carro e lhe oferece carona até o trabalho; mas recusa e diz que infelizmente já combinou tomar o ônibus com um amigo, sendo que na verdade apenas não suporta a companhia desse indivíduo, e disse a primeira coisa que lhe veio à cabeça para evitar meia hora de conversas incrivelmente enfadonhas e vulgares sobre suas dificuldades pessoais e sobre o quanto está sofrendo por ter sido abandonado por sua esposa. Sendo que já havia inventado dezenas de desculpas esfarrapadas com o mesmo propósito, o conhecido diz “tudo bem, parceiro, fica para a próxima”, e continua dirigindo enquanto pensa “esse imbecil é orgulhoso demais para aceitar sequer uma carona”; “até mais, e obrigado mais uma vez”, responde, enquanto olha aos lados fingindo procurar o suposto amigo que tomaria com ele o ônibus, até que o carro saísse de sua vista. Suspira aliviado por ter driblado o inconveniente de alugar seu ouvido com asneiras que não lhe importavam, e logo vê chegar o ônibus que esperava; levanta-se, sobe os degraus, se acomoda numa cadeira e desaparece rumando a mais um dia previsível em que terá de suportar em silêncio os desmandos de seu patrão. O desconhecido que sentava ao seu lado enquanto tal fato ocorria aparentava desatenção, mas, para aliviar o tédio, acompanhou tudo que sucedeu e, vendo que não chegou amigo algum para acompanhá-lo, pensou consigo: “tempo perdido; se ao menos houvessem discutido teria sido mais interessante”. Esse tipo de acontecimento banal e corriqueiro é algo que sequer consideraríamos hipócrita; como não causa prejuízo algum, não vemos isso como uma mentira, mas somente como um modo de nos esquivarmos de inconvenientes pela lei do mínimo esforço. O fato é que, se fôssemos obrigados a dizer a verdade ante cada situação incômoda, provavelmente viveríamos numa guerra perpétua motivada por banalidades que, talvez, para nós, sejam coisas realmente insignificantes, mas que, para os demais, podem representar uma profunda ofensa à vaidade pessoal – algo que certamente tratarão de vingar. Arriscar nossa integridade física por amor à verdade de que o penteado do indivíduo com o qual conversamos é ridículo não é algo socialmente inteligente; então, para todos os efeitos, nunca vimos um corte tão moderno. Como se vê, mentimos ou revelamos a verdade parcial ou integralmente na medida de nossos interesses pessoais. Por tal razão, convém não levarmos muito a sério aquilo que os demais pensam a nosso respeito, visto que nunca se sabe quanto há de verdade naquilo que é dito; e, mesmo que fosse realmente sincero aquilo que se diz, ninguém tem acesso direto ao objeto ao qual se refere a observação, exceto nós próprios, caso já nos tenhamos iniciado no conhece-te a ti mesmo. Quantas vezes a confissão mais íntima e sincera nos choca completamente não pela sua verdade, mas por quão completamente erra o alvo. Isso evidencia como é difícil chegar a ter uma noção razoavelmente clara do que há no interior de cada um, especialmente se não formos a pessoa em questão. Em contrapartida, não há método mais confiável para arrancar a verdade de alguém que enfurecê-lo até que se descontrole e use tudo aquilo que pensa como arma. E isso é realmente algo interessante do ponto de vista estratégico, desde que já tenhamos nos habituado a uma absoluta honestidade para com nós próprios, de modo que uma verdade dita a nosso respeito, mesmo incômoda, não possa nos enfurecer igualmente e fazer com que percamos a vantagem. Pois, se algo é verdadeiro, não há por que levantar protestos contra a verdade; e, se algo é falso, não há por que nos incomodarmos com algo que não se aplica a nós. Nisso vemos um exemplo da importância de discernir entre a verdade de fato e as meras aparências. Constatando quanto há de oco, enganoso e baixo em todas as relações entre os indivíduos, percebemos como é prejudicial ao nosso bem-estar alimentar uma noção equivocada da natureza humana e das relações entre os homens. É comum imaginarmos que nós próprios estamos, por assim dizer, do lado de fora do teatro, especialmente quanto se trata de nossas relações mais íntimas. Mas esse é um tipo de ilusão ingênua que melhor fazemos em extirpar nós próprios, com o cuidado de nos ferirmos o mínimo possível; do contrário, será eventualmente desmentida por um infortúnio que nos devasta completamente sem a menor piedade. Sem dúvida, cultivar noções ideais sobre a integridade e honradez dos indivíduos é um dos melhores modos de nos decepcionarmos; o máximo que, com sorte, podemos esperar encontrar é um equilíbrio justo na exploração um do outro, ou seja, um relacionamento saudável. Assim, não devemos supor que encontraríamos no íntimo dos indivíduos o mesmo que exibem em seu comportamento exterior. Com isso nos acostumaríamos a tomar por verdadeiras fachadas teatrais, adotando como desejáveis noções completamente convencionais que, com razão, fariam com que nos sentíssemos diferentes, deslocados e solitários. Ao julgar a questão, ao tentar discernir entre o autêntico e o afetado, é mais prudente tomarmos a grande diferença entre o que somos e o que exibimos aos demais como referência, pois é provável que façam o mesmo e com a mesma malícia, ainda que essa idéia nos repugne por lançar por terra todas as nossas idéias poéticas e delicadas sobre a amizade sincera – isto é, onde todos são idiotas e apenas nós temos o direito de pensar uma coisa e dizer outra.
/André Díspore Cancian

sexta-feira, 8 de agosto de 2008

Em meia-luz sinto o que estou
[ainda não sei se sou
um meio sorriso inda que falso
um olhar cansado descobrindo limites
uma voz fraca a dizer e a coragem de dizê-lo
uma acumulação de pequenas memórias
num dia de cinzas.]

[Cercada de coisas estranhas produzindo versos na espera de um poema
vou me perguntando se somente em pedaços aprendemos a buscar todo o
desejado que caminha rumo a lugar nenhum,
dando duro sem reconhecimento,
sem me importar com o tamanho da ferida que passo a carregar]

[Eu sinto muito
por nada
por existirem palavras
por celebrarem a amizade
pela dificuldade de ser feliz
por sobreviver a cada pôr-do-sol
pela sensibilidade causada ao abrir a porta e partir.]

[Eu sinto muito
em algum momento
no mínimo momento
na insegurança
e no querer saber por que não há valor.]

[Eu sinto muito
por complicar aquilo que é simples
por aprender só depois de ter perdido quando poderia me apegar a tudo aquilo que sei
por olhar ao redor há horas com pura secura e não perceber uma coisa nem outra]

[Eu sinto muito
por ouvir minha própria voz
por não buscar outros sentidos
por saber que não existe um sentido
por ignorar os fortes gritos mais dóceis que o riso.]

Dentre mil viagens que a vida pode proporcionar,
prefiro àquelas feitas contigo
[sábio,
seu poder de simplificação,
da sua voz a qualidade de agudos, médios e graves
perfeitamente engajados num sentido único e conciso,
resultado de uma melodia que passarei a vida assobiando,
como se fosse tudo bem simples.]

[Eu sinto muito
mas não quero sentir.
Proponho tempos raros,
uma poesia alucinante
e uma seqüência de imagens inesquecíveis.]

Juntemos nossas vidas
transformaremos num reino,
cada um conquistando o que tecer.
E o que agora [Sinto muito
é querer estar contigo
dias e dias entre
palmas e palmeiras
entre o primeiro e o último grito de guerra
entre os muros e as grades protegida
pelos duros músculos de você, meu herói
entre lágrimas e sangues derramando-se
ao chão em busca do querer-estar.]

E aqui [Estou
de corpo,
asas e
feridas.

Para você: farturas de amor e realizações
definindo minha identidade nas extensões
corporais de nós mesmos.]

É obscura a condição
mas há muito o que [caminhar
além dos olhos;
além do sentir;
além do amar;
além da necessidade de
Eu sentir muito.]

/Flávia Dellamura. - Paraíso Niilista.
~ oque falta é liberdade pra se ter uma vida perfeita. ;~

se eu tivesse autonomia. ráaa. ã/ tudo seria tão diferente.
maas sei qe seria muito pedir autonomia plena agora. então oqe realmente desejo é uma sociedade niilista. maas não qe todo mundo pense assim, dessa forma. mas qe pelo menos os qe erradamente mandam em mim.
e eu sei qe não tôu errada em qerer isso; viver sob regras chatas é insuportável. viver com alguém trilhando seu caminho antes mesmo de você é humilhante. é como se vcê não pudesse pensar por sí próprio. ¬¬'
mas eu tenho convicção de qe não sou tão retardada ao ponto de não poder mandar em mim mesma.

“O que é bom? – Tudo aquilo que desperta no homem o sentimento de poder, a vontade de poder, o próprio poder. O que é mal? - Tudo o que nasce da fraqueza. O que é a felicidade? – A sensação de que o poder cresce, de que uma resistência foi vencida.”

será qe dai começam a entender o qe eu sinto?
;x


“… e logo reconhecereis qual a vantagem de sempre ter todas as forças à sua disposição, de sempre estar pronto para qualquer eventualidade e de transportar-se, por assim dizer, sempre todo inteiro consigo mesmo.” - ainda não. ;/

-
“E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: ‘Esta vida, assim como tu a vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes; e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indizivelmente pequeno e de grande em tua vida há de retornar, e tudo na mesma ordem e sequência’ - [...] Não te lançarias ao chão e rangerias os dentes e amaldiçoarias o demônio que te falasse assim? Ou viveste alguma vez um instante descomunal em que lhe responderias: ‘Tu és um deus, e nunca ouvi nada mais divino!’” - tão divino quanto o conceito de família qe me é imposto. ;x

eu enjoei dessa palhaçada.
eu parei de rir á muito tempo. ;x
jáa 'pensei o quanto desconfortável é ser trancado do lado de fora; e pensei - e vivi - o quanto é pior, talvez, ser trancado no lado de dentro.'

enfim. eu odeio as regras ignóbeis sob qual vivo.
"Todo naturalismo na moral, isto é, toda sã moral, está dominada pelo instinto da vida; [...] A moral antinatural, isto é, toda moral ensinada, venerada e predicada até agora, se dirige, ao contrário, contra os instintos vitais e é uma condenação já secreta, já ruidosa e descarada desses instintos.”
Assim, "Sem espaço, um ator é nada mais que um robô insignificante com um tórax repleto de botões."

-
~~ aah; o qe há entres aspas são pedaçinhos de textos do Nietzsche, Rousseau, Virginia Woolf e James Dean ~~

hm. tbm tem um poeminha qe axei no blog Encosta no Mar. e diz mais ou menos o mesmo qe Nietzsche diz na frase: " ... Não poríamos a mão no fogo pelas nossas opiniões: não temos assim tanta certeza delas. Mas talvez nos deixemos queimar para podermos ter e mudar as nossas opiniões.... ". táa aê :



"Ser livre é querer ir e ter um rumo
e ir sem medo,
mesmo que sejam vãos os passos.
É pensar e logo
transformar o fumo
do pensamento em braços.
É não ter pão nem vinho,
só ver portas fechadas e pessoas hostis
e arrancar teimosamente do caminho
sonhos de sol
com fúrias de raiz.
É estar atado, amordaçado, em sangue, exausto
e, mesmo assim,
só de pensar gritar
gritar
e só de pensar ir
ir e chegar ao fim."


{Armindo Rodrigues}


-
enfim. vcês não em a mínima noção do ódio qe tôu sentindo nesse instante. =/

quarta-feira, 6 de agosto de 2008

... "Não existe um investimento seguro. Amar é ser vulnerável. Ame qualquer coisa e seu coração irá certamente ser espremido e possivelmente partido. Se quiser ter a certeza de mantê-lo intacto, não deve dá-lo a ninguém, nem mesmo a um animal. Envolva-o cuidadosamente em passatempos e pequenos confortos, evite todos os envolvimentos, feche-o com segurança no esquife, ou no caixão do seu egoísmo. Mas nesse esquife -- seguro, sombrio, imóvel, sufocante -- ele irá mudar. Não será quebrado, mas vai tornar-se inquebrável, impenetrável, irredimível. O único lugar fora do céu onde você pode manter-se perfeitamente seguro contra todos os perigos e perturbações do amor é o inferno." (C.S. Lewis)

quarta-feira, 30 de julho de 2008

~ me encontrei. ;)



dica: leiam Zygmunt Bauman. (ele não é mais um falso-utópico.)

-

Não tenho mais tempo pra postar nadiica, ser feliz - o.O - me consome.- lê-se: mais um blábláblá ;)

sábado, 12 de julho de 2008

~ tão insignificante qe mesmo de férias, evitei - sem nenhum motivo especial - passar por aqui. (talvez evitei por qe estou sem oqe falar.)
é fato qe eu ando vivendo coisas, coisas chatas e legais, numa mescla qe não me faz ser nem triste e nem feliz.
mas também é fato qe continuo com meus conceitos e minhas 'filosofias de vida'; e apesar de algumas delas estarem em estado de aperfeiçoamento, ainda as uso sem restrições.
apesar disso tudo, ainda ando chata.
antes, cansei de ser cool; agora, cansei de ser sexy. nãao sei não ficar em meios termos, não sei mais não ser cheia de extremos.
sei de nada, fato é qe não sei mais se amo. nem sei qem sou realmente. nem no qe deveras acredito.

- báah, sempre escrevo aqui qe não sei qem sou -

é qe antes achei qe estivesse me encontrado, mas foi só utopia. talvez eu tenha apenas achado uma face minha qe nãao vivesse em devaneios; mas essa face se foi; e junto dela a minha paz.

ultimamente, ando mais chata do qe o chamado "normal"; ando até mais chata do qe se é definido como chata; ando chataaocubo. algo qe é quase indefinível e completamente inconfiável.
dizem qe isso - desmotivo e polarização de humor - faz parte.
maas, será qe faz mesmo?


ah, mas lá vai minha dica: conjugue o verbo poupar. e aí está o segredo para ter uma feliz convivência comiigo nesses dias difíceis.

Fim. - não mandarei beijos, nãomesmo.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

yéah yéah


eu posso pintar o meu cabelo de roxo, usar roupas antigas e dizer que sou retrô. posso encher a cara, ficar com 5 desconhecidos, voltar pra casa as 7 da manhã, matar aula por sono e me achar jovem. Mais sinceramente, eu não preciso acabar com a minha vida pra vive-la, até porque isso é bem contraditório. prefiro andar com meus próprios conceitos, aprender com meus erros, e dar importância para aquilo que importa.
O tombo fica mais engraçado para quem assiste, fica a dica (:



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"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a musica."Friedrich Nietzsche.

terça-feira, 17 de junho de 2008

é chato nem saber o que pensar² ;p
~ fazer coisas idiotas é cansativo pqe além de perceber o quanto vcê é inútil, vcê acaba tendo qe achar um caminho de volta;~



arrgh; tudo bem, tudo bem ^^


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é que normalmente eu tenho ceerteza em três dias da semana e não tenho em doois. o.O
rá, mas hoje era um dos dias qe eu devia ter certeza, nem tive.
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yéah yéah
outra vez eu escrevo aqui e vcê não entendem nada. ^^
éah, quem lê não entende mesmo ^^
aspodkaospopsakdkoaps. (:
melhor ficar subentendido; viva o blog ;)

segunda-feira, 9 de junho de 2008

' yéah yéah

oqe os olhos não vêem, o coração não sente, mesmo . (:

sábado, 7 de junho de 2008

grilada' ;z


báh, que dia cu, eu nem devia ter acordado ;x
chorar agora é apenas irritantemente inútil.


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p.s.: desculpa pessouas do msn, mas eu estava em estado ausente. e mesmo qe a matéria do meu corpo estava aqui, minha mente estava vagando muito, muito longe daqui. *;

sexta-feira, 6 de junho de 2008

...



inspirem-me !
O que não me mata
Eu transformo em poesia
/Náusea - Lestics